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Altos, baixos e boas perspectivas no mercado de máquinas agrícolas

Avançar

Enquanto caminha para a estabilidade, a economia vai sofrendo seus altos e baixos. Com o mercado de máquinas agrícolas não é diferente. Podemos comemorar um crescimento na produção e na venda no mês de setembro em relação ao mesmo período do ano passado, mas houve algumas quedas se olharmos o acumulado do ano.

 

Segundo dados recentes da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), a vendas internas de máquinas agrícolas e rodoviárias no atacado tiveram alta de 22,2% em relação ao mesmo período em 2015, mas no acumulado do ano, a queda foi de 17,4%. Assim como a produção, que cresceu 0,09% em relação a setembro do último ano e caiu 21,7% no acumulado do ano.

Melhora no setor para 2017

 

Em entrevista coletiva realizada no começo do mês, a AGCO, dona das marcas Massey Ferguson e Valtra, revelou estar otimista com o setor tanto no Brasil, quanto na Argentina, dois países que sofreram com crises recentes. Martin Richenhagen, presidente e diretor-executivo da empresa, acredita em um crescimento de 5% a 10% para as vendas da companhia em 2017 por aqui.

 

Além da capacidade do potencial de produção dos países da América do Sul e do tamanho da frota em relação a outros paíse, eles acreditam na estabilidade iminente da economia, decorrente de um cenário político menos instável, e em uma maior confiança do produtor. Num panorama geral, o agronegócio foi um dos setores que menos sofreu com a crise, e avançou 1,8%, enquanto a economia do país caiu 3,8%, de acordo com o UOL.

 

Mesmo que este segundo semestre apresente um crescimento, a queda no primeiro foi muito grande, por isso as estimativas para este ano são mais receosas. Mas a aposta para o próximo ano é certa. “Para 2017, estamos mais otimistas. Acreditamos que o mercado vai mostrar uma recuperação e também vamos entrar com produtos novos que irão nos ajudar no próximo ano”, afrmou o vice-presidente de Marketing e Vendas da AGCO na América do Sul, Werner Santos.

 

Fontes: UOL e Canal Rural com Agência Estado